«The most difficult task is to learn to forget who learned to like!»
◕‿◕
- Catarina Martins
- http://sickinaninstant.tumblr.com/ .tenho cócegas no céu da boca
Dedicação
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
terça-feira, 15 de março de 2011
O Colar da minha alma/The Neckless of my soul
domingo, 12 de dezembro de 2010
Dei por mim a transportar um sentimento instável, nunca sentia a falta de me deixar de ti... sentia somente que não chegava, que nós não éramos fortes o suficiente.
Actualmente, tudo me deixa tranquila.
Espera, não te iludas com expectativas negativas. Além do mais, só quero que te sintas bem pela satisfação que me trazes. Como me amimas, lisonjeias, como me deixas feroz para gritar contigo mas tu compreendes que eu não quero gritar.
Começo a perder-me na mensagem que te planeava transmitir.
Hoje, houve circunstâncias que não me deixam simular, que me fizeram sentir mal. Disse algo... algo que na altura não foi perspicaz dentro do meu próprio pensamento. Na realidade, não eram totalmente as palavras pronunciadas que tentei que afrouxassem.
Conquanto discreta, neguei a mim mesma como se a minha fortuna me deixasse cega, naquele engano lego. Um equívoco de meros instantes.
Adoraria sentar-me numa almofada felpuda, debruçar-me ao redor de todos os meus peluches, conforme a sua direcção e cruzar os braços para magicar como se alguém me ouvisse.
Porventura, num nível mais ou menos subconsciente, desculpa... mas desculpa se te disse o que não devia, se te magoei com palavras inocentes, perturbadoras e assim ruins. No fundo, gostava que fosses coerente comigo e voltasses a dar muito de ti, semelhante ao primeiro dia que me olhaste com uma abundante intensidade... “Eu fico aqui no sofá, está quentinho, vão vocês... Eu também fico!”.
(...) Mostra-me o teu amor... e esse não está em nós dá-lo ou quitá-lo, e tu tem-lo.
P.S. - Gosto de ti!
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Sem título

Ninguém me comanda, pois é proibido proibir.
sábado, 30 de outubro de 2010
Está totalmente sumido!
Parece que tudo se revolta contra a minha mente, o meu estado de espírito torna-me a cada dia mais discrepante sem me soltar, sem me deixar viver à minha maneira. E experimento, sinto. Sinto que não contenho nada para transmitir, para patentear neste entusiasmo repleto de sentimentos.
Estou fatigada. Ninguém compreende o que é viver e só ensaiam para a próxima acção para um filme entusiástico - Parar a vida sem que ela possa ser parada.
Vivem à base de conflitos e complicações.
Só queria que qualquer um atingisse o meu ponto de vista, nesta circunstância... mas que percebessem mesmo que o Mundo é o efeito das nossas mentes, do que nós queremos e actuamos sobre ele, fazendo dele a pessoa que somos, que nos tornámos até então à medida que a vida passa.
Não é cruel? Não é injusto?
Suposto pois que sim, nada se resolve da forma que nós queremos. A vida tem destas coisas e, assim, aprendi a apreciar o que é inconstante... pois isto não se resolve. Revoltaste, indisciplinadamente, sem qualquer razão... mas o Mundo é que tem responsabilidade de nos fazer felizes. É “Ele” que tem culpa, mas foi conforme tu o tornaste, incompreensível.
Está totalmente perdido!
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Nunca mais

Contive tanta saudade, uma recordação, um sufoco que o tempo jamais varrera... parecia que nada voltava, constantemente a folha caída sem que o vento a afastasse dos meus olhos, basicamente sempre a mesma merda! Paixão ardente que não me vai perseguir até ao caixão. Um olhar que me deseja mas não me abrange. Um envolvimento inacabado mas que possivelmente chegou. Uma realidade, ouvida e vista, mas que não passa de desilusão. Uma visão que predomina nos meus olhos mas que me nega a verdade. A mágoa que deixara mas que me altera a cada dia.
sábado, 25 de setembro de 2010
Parabéns Beatriz!
terça-feira, 24 de agosto de 2010
A carta
Querido príncipe,
Quero poder olhar o céu de outra maneira, da maneira que ainda nunca ninguém o conseguiu imaginar ou como só tu imaginaste um dia.
Vou imaginá-lo... Como se ele tivesse a cor dos meus olhos, uma cor simples e ao mesmo tempo tão bonita e brilhante, não opto por ser convencida, mas é uma mistura de realidade para os meus pensamentos.
Os meus olhos são azuis, mas percebe o contexto destas frases e verás que ao mesmo tempo a cor não é a mesma, pois não quero que desenhe apenas nuvens, quero que desenhe um paraíso de amor, desenhe um sorriso cheio de cor como um arco-íris, com uns lábios tão salientes como tu.
Quando amanhecer não, não deverá ser por causa de uma tal estrela, como o Sol, mas sim um relógio que eu consiga parar no meu pensamento, sempre que estiver num dos melhores momentos da minha vida. Talvez contigo. E, quando chegar o escuro, quando o relógio desaparecer, não quero pensar mais na luz, quero pensar que haverá um depois, sim, mas que naquela escuridão eu vou deixar o medo de lado e vou dar as mãos bem apertadas. A ti. Porquê a outra pessoa? O único ser nesta vida que, um dia, consegui confiar a 100% foi em ti, em mim, em nós.
Cada dia, que não é um dia, é uma espécie de furacão que nos prende e não me deixa controlar o meu mundo, sem ti...
Mas já aprendi, nenhum príncipe é mais encantado que aquele que o que nosso coração escolhe, ainda não percebi a decisão do meu, nem sei se acredita no destino, mas o verdadeiro é aquele que penso todos os dias, com quem eu quero estar e desespero a pensar, talvez impossível de acontecer ou acreditar.
Quero poder olhar o céu de outra maneira, da maneira que ainda nunca ninguém conseguiu tocar verdadeiramente como tu, com as palavras certas, admito.
Com afecto,
o teu anjinho.
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Companhia de uma noite
«Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão pela nossa alma.»
Hoje decidi abordar a solidão e toda a vida completa em que algumas pessoas vivem, deixando um pouco para trás o tema que tanto tenho transmitido. Todos nós, por vezes, necessitamos de uma agradável conversa com alguém que nos é desconhecido, faz-nos sentir melhor, pois nem sequer a conhecemos.
Com todas as reacções do Homem, na Natureza, surpreende-me o facto de conseguirem alcançar um além improvisado, mais que as suas expectativas mas, no meu parecer, torna-se um ambiente um pouco estranho de idealizar.
Poderiam existir apenas duas, e únicas, personagens, apenas num conto... o que sobressairia realmente toda a história obtida por um alguém.
Nas ruas, um vagabundo somente se interessa na companhia porque, todas as noites, como habitual, o mendigo que me abordou exerceu sempre a mesma acção. Creio que este indivíduo não gosta, totalmente, de vaguear sozinho, como qualquer outro ser, até porque me diz que tem certo medo do escuro, sem qualquer tipo de explicação. Meramente pode parecer que uma noite, juntamente com uma companhia, para uns pode não significar nada, mas este sujeito sente-se tão só que já se imagina a falar com cada pessoa que surja na sua direcção, aceitando sempre a sua condição física e psicológica, como aconteceu comigo.
Pelo contrário, outra pessoa pode não aceitar esses pequenos pormenores, provavelmente, quando o observa tem pensamentos impróprios.
Contudo, sem repetir mendigo, o Sr. Gilberto... este tentou agarrar um pouco da minha companhia, mesmo tendo corrido riscos, também pouco lhes resta, mas transmitiu-me um pouco do exterior e manifestou uma grande energia que, por momentos, me fez pensar e englobar tudo de maneira diferente.
Pronunciou que não sabia para onde ir, nem sequer tinha orientação e, sabendo que dorme todos os dias sozinho, as pessoas nem tão-pouco têm a tentação de pensar que todos eles podem ter medo de algo.
O seu país era a noite, não contendo prazer, nem sendo espontâneo, talvez só quisesse sorrir com alguém, comigo e saber que brilhava sem emaranhar acontecimentos, pois ficava perturbado quando eu me ia embora, todas as noites.
E, assim, questionei «não necessita de um “empréstimo”?», de seguida me recitou «…a única compensação que lhe peço é só companhia», imediatamente, expressando todo o seu alívio por estar com alguém.
Por mais incrível que pareça, cada um de nós já obteve um passado agradável, conquistou pensamentos positivos e acolheu momentos interessantes para serem relembrados e talvez ainda desfrute de um benéfico presente... porém, se um dia vivermos à custa de uma rua, de chuva, frio, mau cheiro, imagens deprimentes, caixotes de lixo, com falta de uma sombra, amor, sorrisos, um alguém com quem desabafar e apertar, chorar... conseguem lidar com tudo isso ou ficariam sem forças para alcançar a felicidade?
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Quem mais jura, mais mente!
Eu só queria puder estar contigo em qualquer lugar e abraçar-te... Queria olhar para o céu e ver-te a olhar para mim.Na verdade, por mais que o tempo passe, eu ainda penso em ti, mesmo que o queira negar a mim mesma, sei que somente me engano.
Seria um bom futuro, provavelmente... pois, mesmo quando estás longe, é pelo teu nome que eu chamo, antes de adormecer.
E se me compreendesses? Seria um bom começo, mais que isso, cobiçava que me agarrasses com força na mão, como seguraste um dia a tua vida, quando nasceste, e sussurrasses que eu sou a tua menina, como um dia mo disseste e, por momentos, recordo quando me explicaste que permanecia algo em mim que me tornava especial...
Talvez, depois de tudo, não tenhas noção de muitas palavras que me proferiste, por falta de carisma, pois tudo me deixou com a chama que um dia deixaste acesa e que hoje a escorraças cada vez mais, como se o incondicional te passasse ao lado.
Era lindo ouvir-te murmurar que me adoravas e hoje, sem incerteza, é tão triste saber que, previamente, nada existe.
Magoaste-me como se não quisesses saber do meu chão e, quando tentei apreender o que fazer, tu nem tencionaste saber. São tantos ingredientes na mesma salada amarga e crespa que me aguardam no pensamento.
De tudo, não perdia um segundo para te ligar, unicamente para dizer o quão gosto de ti.
Sei que não sei como existiam conversas até de madrugada, pois o nosso mundo girava sempre sem parar, o porquê de adormecermos de rastos e o porquê de aguardares sempre pela minha última palavra.
O tempo correu e muitas coisas que me mostraste ainda magoam ou palavras que nunca esqueci que ainda hoje me fazem sorrir.
E, com tudo isto, tenho a relembrar-te que, quando me quiseres e desejares, eu vou cá estar, mas quando precisares de mim, eu irei embora.
Mais do que possas magicar, em todas as circunstâncias, contive o medo de te perder, que me revelasses que tudo iria acabar.
Por fim, perdi esse medo, pois tudo acabou... talvez com um ponto, mas sem final.
Dar, para nós, nunca foi resposta ao ganhar, mas dá mais ainda, muito mais do que qualquer coisa uma chance ao amor, pois aí, ganharemos os dois juntos.
Nunca te esqueças de mim, a ti é tudo o que eu quero!
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Um quase nunca chega
Para uns, considerado um fim terrível, para outros considerado uma dádiva, uma rendição, pois ninguém é realmente feliz, a não ser que seja pobre de espírito.
Todos os grandes querem ser muito grandes, todos os bonitos querem ser lindos, todos os fortes desejam chegar ao extremo e por aí adiante... todos queremos sempre mais, por vezes, até em exagero e quando damos pela nossa existência, já abusámos de tudo e nos perdemos por completo.
Quase que fomos felizes para sempre, mas não fomos. Quase que fizemos amor deitados na lua, rodeados de estrelas, mas não fizemos... E foi este quase que me queimou, entre duas pedras friccionadas. Não gosto do quase e prefiro um não. Pelo menos é uma certeza e não uma oportunidade que se escapou entre as minhas palavras, como o teu amor.
Quase que era, mas não foi e acabei por delinear uma linha suspensa entre dois pontos opostos que me apertavam a noite, mas eu sempre soube... Sonhos são sonhos, pesadelos nunca passarão de pesadelos.
Viver a vida sem a pessoa que mais gostamos não será fácil, mas se a vida não pára, porque seriamos nós a querer pará-la?
Não tenho a mania de viver no Outono, nem nasci para ser folha caída, mas aprendi que para amar não podemos colocar nos outros a responsabilidade de nos fazerem felizes!
Não fomos felizes para sempre, mas quem é? Pelo menos fomos, SEMPRE!
Catarina Martins
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Vou usar o nosso nr como me usaste a mim
Talvez esta não seja a maneira indicada de começar um blog, pois normalmente falamos, como princípio, de nós, mas eu decido começar de maneira diferente! És capaz de ler até ao fim? (...)